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HISTORICAL LETTERS / CARTAS HISTÓRICAS : Ahřiann Penciuk

por Eurásia Nativa Abierta, quarta, 16 de março de 2011 às 09:28

MAYNBA ANPAHXA A VAXUPE ILLID RUN

(Ahřiann Penciuk, 1883-1962, woman, clanic leader from the Duboř, Eastern Aorsian Alan)

(Ahřiann Penciuk, 1883-1962, mulher, líder clânica Duboř, Alana Oriental Aorsa)

English: THE GREAT WARRIOR SPIRIT THAT FIGHT AGAINST ALL

Brasileiro: O GRANDE ESPÍRITO GUERREIRO QUE LUTA CONTRA TODOS

English:

You call me near to him, like my old friend, but you do not give me your words, because I’ll say a few words of mine:

Yes, I’m white, but I’m not one of yours!

One need not be dark to be Indigenous …

I am white and I am Indigenous!

Your world is not mine.

In fact, your world even exists!

You think you exist, because you’re full of it!

But you do not exist!

You are building a uniting all that you won or stole from other people!

There is even a side yours, who is actually on my side!

We teach you to ride, because you were too stupid, and did not know the horses!

The world of you were very small and it could limited by the walking …

Thanks to us, you could learn about other lands!

And what did you do?

Massacres, War, Prejudice …

Your civilization, then continued as you ..

We teach you to use the iron because you were so stupid, and did not know that!

You were not happy to use the iron for tools or spades …

You created cannon, tank, gun, weapon …

And what did you do?

Massacres, War, Prejudice …

Your civilization, then continued as you ..

We teach you to wear pants and boots, because you were too stupid and did not know these clothes!

You then have created a society divided by the beauty of clothes,

And the clothes together to wealth …

And soon came the poor, those without wealth and without boots …

Unsatisfied and judging people by where they live, they speak the language, skin color, or religion you believe in, so now you also judged by the beauty of clothes …

And what did you do?

Prejudice and inequality …

Your civilization, then continued as you …

And many other things we pass to you …

And many other mistakes you committed …

And now you’re out there saying I’m wrong?

I’m wrong for being white and being indigenous?

And you’re saying that my world is delayed?

Yes, my world is delayed!

Because it is evolving to be stupid enough to do Massacres, War, Prejudice and Inequality …

So I prefer to continue living in the past!

But do not worry …

You can treat me with inequality, and you may need to separate your world from mine, so I will not make the same mistake, because I’m stupid and I do not know the inequality …

But I’m much more stupid than you!

Therefore, it need not teach me because I did not learn!

You can treat me with prejudice, and you may need to separate your world from mine, so I will not make the same mistake, because I’m stupid and I do not know the bias …

But I’m much more stupid than you!

Therefore, it need not teach me because I did not learn!

You can even treat me with the massacre!

But I’m too stupid and I know not death!

You think you know everything …

You think you have power …

That’s because you surrounded himself with stupid people, because your separated from your was more beautiful, smarter, stronger and richer!

But then, I’m not one of you, so I’m very stupid!

I’m not stupid and I know your judges!

I’m not stupid and I know your police!

I’m stupid and do not know your soldiers!

I’m stupid and do not know your schools!

I’m not stupid and I know your presidents!

Because I’m very stupid and not know these people do not know that I must obey!

Therefore, I fight with my sword and cut off the head of each, their bodies bloodied by hanging in all your cities!

Because I’m too stupid, and by this I do not know what to do!

Because it is very stupid, I thy big “cities, ignite, break, and not let anything in place!

Because I’m too stupid, and by this I do not know what to do!

And still I fall …

Even though I bleed …

Even if I die!

I will not give you my freedom!

Because I’m too stupid, and I can not learn to be a slave!

I AM SARMATIAN!!!

Brasileiro:

Você me chama para perto de si, como se fosse meu amigo antigo, mas não me venha com estas tuas palavras, pois eu vou te dizer algumas palavras minhas:

Sim, eu sou branco, mas eu não sou um dos teus!

Não é necessário ser moreno para ser indígena…

Eu sou branco e eu sou indígena!

O teu mundo não é o meu.

Aliás, o teu mundo sequer existe!

Você pensa que você existe, porque você é cheio de si!

Mas você não existe!

Você é uma construção unindo tudo o que você ganhou ou roubou dos outros povos!

Existe até mesmo um lado teu, que na verdade, é meu lado!

Nós ensinamos vocês a cavalgar, porque vocês eram muito estúpidos, e não conheciam os cavalos!

O mundo de vocês era muito pequeno e se limitadava ao que conseguiam andar a pé…

Graças a nós, vocês puderam conhecer outras terras!

E o que vocês fizeram?

Massacres, Guerras, Preconceitos…

A tua civilização, então, continuou como vocês..

Nós ensinamos vocês a usar o ferro, porque vocês eram muito estúpidos, e não conheciam isto!

Vocês não ficaram contentes em usar o ferro para ferramentas ou espadas…

Vocês criaram canhão, tanque de guerra, revólver, metralhadora…

E o que vocês fizeram?

Massacres, Guerras, Preconceitos…

A tua civilização, então, continuou como vocês..

Nós ensinamos vocês a usar calças e botas, porque vocês eram muito estúpidos, e não conheciam estas roupas!

Vocês, então criaram, uma sociedade dividida pela beleza das roupas,

E uniram a roupa à riqueza…

E rapidamente surgiram os pobres, aqueles sem riqueza e sem botas…

E não satisfeitos e julgar as pessoas pelo lugar onde moram, pelo idioma que falam, pela cor da pele, ou pela religião em que acredita, então, agora vocês julgaram também pela beleza da roupa…

E o que vocês fizeram?

Preconceitos e Desigualdade…

A tua civilização, então, continuou como vocês…

E muitas outras coisas nós passamos a vocês…

E muitos outros erros vocês cometeram…

E agora, você está aí dizendo que eu sou o errado?

Eu sou errado por ser branco e por ser indígena?

E você está a dizer que meu mundo é atrasado?

Sim, meu mundo é atrasado!

Porque se evoluir é ser estúpido o suficiente para fazer Massacres, Guerras, Preconceitos e Desigualdade…

Então, eu prefiro continuar vivendo no passado!

Mas não se preocupe…

Você pode me tratar com desigualdade, você pode e necessita separar teu mundo do meu, assim eu não farei o mesmo erro, porque eu sou estúpido e eu não conheço a desigualdade…

Mas eu sou muito mais estúpido que você!

Por esse motivo, não necessita ensinar-me, porque eu não aprenderei!

Você pode me tratar com preconceito,  você pode e necessita separar teu mundo do meu, assim eu não farei o mesmo erro, porque eu sou estúpido e eu não conheço o preconceito…

Mas eu sou muito mais estúpido que você!

Por esse motivo, não necessita ensinar-me, porque eu não aprenderei!

Você pode até mesmo me tratar com o massacre!

Mas eu sou estúpido demais e não eu conheço a morte!

Você pensa que sabe tudo…

Você pensa que tem poder…

Isso porque você se cercou de povos estúpidos, separados do teu porque o teu era mais belo, mais inteligente, mais forte e mais rico!

Mas, então, eu que não sou um de vocês, então, eu sou muito estúpido!

Eu sou estúpido e não conheço os teus juizes!

Eu sou estúpido e não conheço os teus policiais!

Eu sou estúpido e não conheço os teus soldados!

Eu sou estúpido e não conheço as tuas escolas!

Eu sou estúpido e não conheço os teus presidentes!

Porque eu sou muito estúpido e não conheço estas pessoas, não sei que preciso obedecer a estes!

Por isto, eu luto com minha espada, e decepo a cabeça de cada um, pendurando seus corpos ensangüentados por todas as tuas cidades!

Porque eu sou muito estupido, e por isto eu não sei o que faço!

Por ser muito estúpido, eu devasto tuas cidades, incendeio, quebro, e não deixo nada no lugar!

Porque eu sou muito estupido, e por isto eu não sei o que faço!

E ainda que eu caia…

Ainda que eu sangre…

Ainda que eu morra!

Eu não irei te dar a minha liberdade!

Porque eu sou muito estupido, e eu não consigo aprender a ser escravo!

EU SOU SÁRMATA!!!

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Documentos Históricos – Carta II/V

Más textos de la marca llamada Mahaldanargařa, “aquella marca en que exíste la peste”, que fúe una marca en medio probablemente del actual Kazakhistan en que entre 989 D.C. y  1234 D.C húbe una epidemía probablemente de malária.

Exísten pocas mensajes de Mahaldanargařa, solo cinco, entonces las repasamos ahora a los estudiosos y expertos, las datas temporales fuéran traducidas al calendário actual:

Mahaldanargařa,

En español

994 A. D., 23 de marzo. Hoy en día, un comerciante de esclavos fue interceptado por las tropas de “Bahdviann Dořexi”, el comerciante que és persa tenía en carga ocho mujeres entre 22 y 45 años, y 5 mujeres entre los 5 y 13 años, dos hombres, uno con 88 años y otro con 64 años, las informaciones que eses mismos he hablado con nosotros. “Bahdviann Dořexi” dijo que no sabía que los reyes de Persia hicieron comercio de esclavos, y preguntó a lo comerciante para cual uso que serían las mujeres! El comerciante dijo que los reyes persas compran esclavas a su servicio como esposas. “Bahdviann Dořexi” dijo que no sabía esto, y sospechando, le pidió al guerrero “Kiboguann Abhazai” que corría rápido con el caballo más veloz hasta “Samarcanda”, de modo que encontraría el persa “Sarid” y traerlo a esta marca. Tres días y dos lunas después de esto, “Kiboguann Abhazai” vino con el persa “Sarid” quien dijo que no sabía que los reyes de Persia compraban esclavos, pero insistió el comerciante que los reyes persas compraban. “Rahbaz” (Dios) sabe que nosotros no aceptamos la esclavitud, y los reyes persas, que sabían de nuestra costumbre, no lo sepa todo su pueblo, sino solamente los que también se benefician, al ser “Sarid” con un gran conocimiento de la vida los persas, entonces ofendidos en nuestra tierra, que los esclavos cruce de allí, nos decidimos por nuestro consejo: hablar con todos los esclavos y esclavas, que se los hacen de nuestro pueblo, no podían seguir a ir, porque no aceptamos la esclavitud, y todos estuvieron de acuerdo a ser de nuestro pueblo, lo que hizo la ceremonia, y le dijo al comerciante, que ya no son esclavos, y él, sin aceptar como verdad la verdad de que existe ahora, amenazó con llamar a los persas para luchar contra nosotros, entonces ” Bahdviann Dořexi ” el cual le cortó la cabeza, y le pidió a “Sarid” para escribir una carta en persa a los reyes de Persia, que vino a buscar para esclavizar a la gente que ahora es nuestro poueblo, y pidió a “Sarid” para enviar también la cabeza de comerciante de esclavos, embalsamado. Ellos ya lo hicieron casi 45 días y ningun rey persa llegó buscar a los esclavos! Le hablo con la emoción, “Maiřigann Peřenqai Ahd-Pernař”, este soy yo para siempre!

En portugués

994 d.c., 23 de março. Hoje, um mercador de escravos foi interceptado pelas tropas de “Bahdviann Dořexi”, o mercador que é persa trazia 8 mulheres entre 22 e 45 anos, e 5 mulheres entre 5 e 13 anos, 2 homens, 1 com 88 anos e outro com 64 anos, essas informações esses mesmos falaram a nós. “Bahdviann Dořexi” disse não saber que os reis da Pérsia comercializavam escravos, e perguntou ao mercador para qual uso seriam as mulheres! O mercador disse que os reis persas comprava escravas para servi-las como esposas. “Bahdviann Dořexi” disse que não sabia disso, e suspeitando, pediu ao guerreiro “Kiboguann Abhazai” que corresse rápido com o mais rápido cavalo até “Samarcanda” para que ali achasse o persa “Sarid” e o trouxesse a esta marca. Três dias e duas luas após isto, “Kiboguann Abhazai” chegou com o persa “Sarid” que disse que não sabia que os reis da Pérsia compravam escravas, mas o mercador insistia que os reis persas compravam. “Rahbaz” (deus) sabe que não aceitamos a escravidão, e se os reis persas, que sabiam deste nosso costume, não sabendo disto todo o seu povo, mas apenas os que disso se beneficiam, sendo “Sarid” um grande conhecer das vidas dos persas, então nós, ofendidos em nossa terra, por ter aquelas escravas ali cruzando, decidimos em conselho nosso: conversamos com todos os escravos e escravas, qual tornam-se de nosso povo, não poderiam continuar a ir, porque nós não aceitamos escravidão, e todos aceitaram tornar-se de nosso povo, qual fizemos a cerimônia, e dissemos ao mercador, não serem mais escravos, e ele, sem aceitar como verdade a verdade que existe agora, ameaçou chamar os persas a lutar contra nós, então “Bahdviann Dořexi” o qual lhe decepou a cabeça, e eu pedi a “Sarid” que escrevesse uma carta em persa para que os reis da Pérsia viessem buscar escravizar quem agora é do povo nosso, e pedi a “Sarid” que enviasse também a cabeça do mercador de escravos, embalsamada. Já fizeram quase 45 dias disso e nenhum rei persa veio buscar escravos! Eu falei assim com emoção, “Maiřigann Peřenqai Ahd-Pernař”, esse sou eu sempre!

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Documentários Históricos

La ATENA empezará en ese año de 2010 hasta 2011, un trabajo de registo de fontes de datos históricos de la subetnía Sármata Alana Oriental Egípode u también llamada Alana Aorsa, Alanorsa u Dubore, entre otros nombres.

Eses fontes de datos serán las digitaciónes transliteradas, con textos originales en el idioma dubore, u otras grafías antigas, cuándo disponibles, de textos que hazgan referéncia a:

  • Marcas de Frontiéra: textos de militares del pueblo, y del Correo Militar;
  • Cartas y Mensajes entre aldeas y ciudades;
  • Listas de Atribuiciónes de Genealogía, que crean la transmisión de los pocos apellidos familiares;
  • Listas de Palabras, un estilo própio de ese pueblo;
  • Tratados, pequeños y pocos pero interesantes;
  • Poesías y Cánticos.

Empezaremos hoy con los Textos de la marca llamada Mahaldanargařa, “aquella marca en que exíste la peste”, que fúe una marca en medio probablemente del actual Kazakhistan en que entre 989 D.C. y  1234 D.C húbe una epidemía probablemente de malária.

Exísten pocas mensajes de Mahaldanargařa, solo cinco, entonces las repasamos ahora a los estudiosos y expertos, las datas temporales fuéran traducidas al calendário actual:

Mahaldanargařa,

En español

989 d. C., 12 de abril. “Bahdviann Dořexi” viene de “Samarcanda”, por camino al tres caballos, narró a mí, que ataque maligno un campamento del clan “Ahřitta Çonagahji” sufrió:  “Tártaros” de la llanura del noreste, atacaron, secuestraron a una mujer de 13 años de nombre “Ahřiann Orgax”, que la hija de “Wladesa Orgax, comerciante (partícula masculina, sufijo masculino) del tejido, y ella fue violada por el grupo” Tártaro” y puesta en libertad tres días más tarde, mucho herida. Cuatro Guerreros (as) del campamento perseguiran al grupo durante tres días y dos noches, y observando que estaban siendo seguidos, los “Tártaros” la liberaran y huyeron. “Bahdviann Dořexi”, dijo a los “Ahřitta-Çonnagahji” para quedarse con el campamento hasta que me fúe advertido. Ordenei  a regresar al campamento, una guarnición de 25 guerreros (as), quales con la orden que persiguen a los “Tártaros”, personas que han visto y los guerreros (as) señalaran al noreste de la llanura. “Bahdviann Dořexi “reunió a más otros 12 guerreros (as) a los 25 que estaban con él, y buscó la dirección. Después de ocho días y siete lunas, que se encuentra un campamento de” Tártaros” en el que los cuatro guerreros (as) “Ahřitta Çonnagahji” identificaran a los criminales. Ellos (as) atacaran a la misma noche y prendieran fuego a todas las tiendas de campaña, que desarmó a todos los “Tártaros”, que eran cerca de 30, empataran a los “Tártaros”, arrastaran a los criminales a caballos delante del campamento, destruido a  todas las cosas de los “Tártaros”, quemaran sus ropas y sus tiendas de campaña para que se sientan frío, y se puso al desnudo, enterró’se su comida y agua para que se sientan hambre y sed, y liberó a sus caballos, y criminales, estos “Bahdviann Dořexi” ordenó que fueran arrestados y llevados por caballos, los “Tártaros” desnudos, y desde allí al campamento de los “Ahřitta Çonnagahji”, a qual aún llegaran con vida, y “Bahdviann Dořexi” se cortó sus penes y les ordenó que comeran los propios, y se presentó a la mujer “Ahřiann Orgax” el derecho de ver ellos sin sus penes, y cortar’les la cabeza con su espada, cosa que hizo, y mantuvo su cuero cabelludo para hacer una silla de montar.

En portugués

989 d.c, 12 de abril. “Bahdviann Dořexi” veio de “Samarcanda”, pelo caminho a três cavalos, que passou, narrou a mim, qual ataque maligno um acampamento do clã “Ahřitta Çonagahji” sofreu: ‘Tártaros” vindos do nordeste da planície, atacaram, raptaram uma mulher de 13 anos de nome “Ahřiann Orgax”, a qual filha de “Wladesa Orgax”, mercador (homem, partícula masculina sufixal) de tecidos, e ela foi estuprada pelo grupo “Tártaro” e libertada 3 dias depois, muito ferida. Quatro Guerreiros (as) do acampamento perseguiram o grupo por 3 dias e 2 noites, e observando que estavam sendo seguidos, os “Tártaros” a libertaram e fugiram. “Bahdviann Dořexi” disse aos “Ahřitta-Çonnagahji” que permanecessem com o acampamento até que eu fosse avisado. Mandei em regresso ao acampamento, uma guarnição de 25 guerreiros (as), quais com a ordem que perseguissem os “Tártaros”, as pessoas que viram  e os (as) guerreiros (as) apontaram a direção nordeste da planície. “Bahdviann Dořexi” reuniu outros mais 12 guerreiros (as) aos 25 que foram com ele, e perseguiu a direção. Após 8 dias e 7 luas, descobriram um acampamento “Tártaro”, no qual os quatro guerreiros (as) “Ahřitta Çonnagahji” identificaram os criminosos. Eles (as) atacaram à mesma noite, puseram fogo a todas as tendas, desarmaram a todos os “Tártaros” que contavam quase 30, amarraram os “Tártaros”, arrastaram os criminosos a cavalos frente a todo o acampamento, destruiu-se todas as coisas dos “Tártaros”, queimou-se suas roupas e suas tendas para que sentissem frio, e foram postos nus, enterrou-se suas comidas e água para que sentissem fome e sede, e libertou-se seus cavalos, e os criminosos, esses “Bahdviann Dořexi” ordenou que fossem presos e puxados pelos cavalos, os “Tártaros” nus, dali até ao acampamento “Ahřitta Çonnagahji”, ao qual ainda chegaram vivos,  e “Bahdviann Dořexi’ cortou seus pênis e ordenou que comessem esses próprios, e foi presenteado à mulher “Ahřiann Orgax” o direito de vê-los sem os  pênis deles, e de decepar suas cabeças com sua espada, qual ela fez, e guardou seus escalpos para fazer uma sela.

Continuaremos en otro artigo…

Algunas traduciónes poderán estar en otros idiomas…

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Nuestras Invenciónes

Como un pueblo guerrero y al mismo tiempo mucho urbanizado, és natural que muchas de suyas creaciónes tengan continuado hasta los días contemporáneos.

Mientras séa un pueblo cási desconocido para grande parte de las personas comunes de las societades ocidentales, dejó’les muchas novedades que aún a los días actuales utiliza’se en el vivir.

Una de esas fuéran las pantalonas hechas en estilo de moleton, que són invención de los Sármatas y de los Escitas para la lucha a caballo, y entre los ocidentales, las pantalonas són derivadas de las pantalonas Sármatas y Escitas.

Otra invención de nuestro pueblo que aún és utilizada actualmente fúe el própio uso del caballo por si mismo, porque fuéran los pueblos de las estepas, entre ellos los Sármatas y Escitas, los primeros pueblos del Ocidente a utilizar el caballo como montaría u para la guerra.

Por ejemplo, cuando los “heka chesut” u “hicsos”, un pueblo de orígenes hoy en día atribuídas a los Escitas, invadió al Egipto Antigo, ese poderoso império aún no conocía nin los caballos nin las armas de hierro!

La metalurgía egípcia és por completo derivada de la metalurgía de los pueblos de las estepas!

Los griegos mismo, aprendiéran mucho de la arte de la ourivesaría, de la metalurgía del hierro y otros metales, y de la arte de la guerra a caballo, con sus vecinos Sármatas Ocidentales. Con los griegos, muchos Sármatas todavía aprendiéran la arte de la pesca en alto mar!

El uso de la caballería con archeros al arco y setas pequeño, para el rechazo de las frontes enemigas, y el uso posterior de la infantaría pesada, és invención táctica Sármata que fúe más tardio repetida por los ejércitos de Alejandro (Alexandre) y también por los Romanos. Esa táctica continuó viva hasta el siglo XIV cuando la caballería perdió suya función principal en la guerra en la Europa, y la infantaría pasó a ser la camada de fronte.

El ofício de mercenário és también un servício ofertado por muchas de las naciónes de las estepas, y los Sármatas fuéran por exceléncia los pueblos que más trabajaran como mercenários ayudano sus enemigos macedónios y romanos contra pueblos que también eran sus enemigos!

La lanza longa, la armadura de placas de cuero, ancestral de los coletes antibalísticos actuales, y muchos objectos de ourivesaría, són creaciónes de ese pueblo que las pasó a los griegos en el Ocidente, y las intercambió con los pueblos del Oriente, permitiéndo’se así la continuidad de suyas culturas en cada pueblo a que influenciáran.

Los carros de caballos, que más estaban próximos de las carruages actuales, también empezáran’se con los Sármatas y Escitas que hazían en suyos carros también las suyas casas móbiles.

Las tazas de metal como las conocemos aún hoy són más próximas de las tazas escitas y sármatas que de la cratera griega u de los copos romanos.

El costumbre de saludar con la taza és completamente herdado de los Escitas que lo pasaran a los Celtas, Nórdicos y Sármatas, y de eses a otros pueblos.

La pecuária extensiva europea debe mucho de suyas técnicas a la pecuária heminómada de los Escitas y Sármatas, y el uso de los bovinos como animal de tracción también tiene suyas orígenes en eses pueblos, que no los consumían mucho, pero preferían el consumo de los carneros y de la caza.

La própia arte de caza a caballo y con perros en auxílio, eres una práctica de las estepas que más tardiamente en la Europa volvéo’se en desporto.

Así como influenciáran otros pueblos, también recibiéran influéncias, así los Sármatas de la Khazaria, convertiéran’se al judaísmo aún que no tengan ninguno parentesco de sangre con los hebreos, así como acceptáran el Islám u el Cristianismo, el Budhismo u el Hinduísmo Brámane, y otras creéncias por influéncias.

Entre los perros, el Kuvasz, llegó a la Europa, cargado por los Sármatas, que lo habían conocido en la Ásia Central, y aún a los días de hoy és una de las razas de perros más usadas por los Sármatas Ocidentales. El costumbre de la domesticación del lobo para la caza u mismo la companía, és un costumbre de los Sármatas, que también hazen la mescla del lobo europeo con el lobo hindu!

Entre los costumbres, el uso posterior de la arma de fuego, el consumo del viño, del café, del tabacco, el uso de vestuários de algodón, entre otros usos y costumbres más, són otras influéncias que los Sármatas y Escitas recibiéran de otros pueblos.

Esa és la vida: un grande intercámbio!

Ese artículo puede ser mencionado desde que su Fonte séa citada y suya autoría:

Fonte: ATENA/ONETA, URL: www.sarmat.wordpress.com

Autoría: CENIE – Centro de Estúdios Nativos y Integrados Eurásicos, ATENA/ONETA & NUPET – Núcleo de las Pesquicas Éthnicas, UALSA/ ASFOU

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Hacia la Antigüidad, los Sármatas están divididos entre dos grupos básicos: ocidentales y orientales. Siempre próximos del estudo de las filosofías y del gusto pelas ciéncias y artes, los sármatas tienen hacia tiempos immemoriales hecho intercámbios culturales con otros pueblos.

Divididos entre ocidente y oriente, realizáran la própia diversidad en suyas própias culturas internas, divididas entre las influéncias de griegos, para los ocidentales, y hindus, para los orientales.

Mientras los sármatas orientales preserváran suyas creéncias chamanistas en más grande grado que los ocidentales, en mucho devido a la más grande semejanza del chamanismo con creéncias como el Hinduísmo Bramánico u mismo con el Taoísmo, el Shintoísmo u el Budismo Tibetano, los sármatas ocidentales estuviéran más abiertos al pensamiento filosófico del estoicismo y del epicurismo, y así, abríran’se más a creéncias como el islamismo, el judaísmo y el cristianismo.

La sudivisión geográfica entonces creó en mucho la diversidad religiosa de ese pueblo, aún que el chamanismo tenga preservado’se en el Ocidente así como las creéncias influenciadas por el pensamiento griego tambén tengan llegado al oriente.

Entre griegos y hindus, todavía, surgió un pueblo único, aún que no unido entre sí, pero que intercambiava entre si esas contribuiciónes, y las culturas sármatas centrales, volveran’se como un elo entre eses mundos.

Entre todos los pueblos bárbaros, apenas los Sármatas tenían en la Antigüidad la habilitad cultural para hablar en un mismo nível intelectual con los griegos y con los hindus, y construíran civilizaciónes urbanas tan regladas y sólidas cuanto esas que influenciáran sus costumbres.

En el Ocidente, los Sármatas Pónticos y Quersonésicos, realizáran con los griegos cási una cultura fusionada, mientras en el Oriente, los Sármatas Sakas y los Escitas creáran una de las castas Hindus: la casta guerrera de los Ksatrya u Kshatriya.

El parentesco entre Sármatas y Árias, un de los principales pueblos creadores de la Índia, és inegable! La semejanza entre los Sármatas Orientales y los persas también és grande. Más adelante, todos los sármatas, árias, escitas, persas, así como los celtas ocidentales continentales y insulares, y los celtas orientales gálatas, són un pueblo apenas, el pueblo indoiránico!

Suyos idiomas poséen semejanzas aún que séan diferentes, suyas culturas poséen semejanzas y muchas vezes las artes confunden’se!

La mescla entre sármatas y otros pueblos orientales fúe más grande que en relación a los griegos. Por que? Porque en primero ponto, los Sármatas són parentes reales de los pueblos a que mescláran’se en el Oriente. Segundo ponto, suyas creéncias también éran semejantes. Tercero ponto, por muchos milénios ali estuviéran sin que impérios otros los condicionásen a islamientos en suyas comunidades, al contrário, en el Ocidente, las repetidas invasiónes por otros pueblos bárbaros, y también los intentos de conquista de los impérios, aún que sin succeso, creáran un islamiento de las comunidades Sármatas Ocidentales, que mismo influenciadas por los griegos, no creáran societades mescladas con eses tan sólidas cuanto las del Oriente.

La societad póntica y la societad quersonésica, así como las del Bósforo, aún que tenían grande mescla con los griegos, permanecerían isladas en suyos guetos por muchos siglos!

Por supuesto, fúe el islamiento de las culturas que propició el cámbio de algunas en únicas, mientras la más grande mescla con otros pueblos, permitió a los Sármatas una más accentuada uniformidad!

Así, mientras las tierras Sármatas Orientales tengan sido hacia la Antigüidad más grandes que las Ocidentales, como la aún existente Saka/Yakútia, y tengan creado más facilmente societades uniformes como esa misma república federada rusa añade los Sármatas Sakas y los Altáicos Yakutos en un pueblo apenas, en el Ocidente, los Estados y Reynos fuéran más divididos entre si, creando no apenas los muchos Estados Sármatas entre la Grécia y el Cáucaso, y incluso en ese, como también creando países actuales como Polónia, Bulgária y Ucráina, que són descendientes directos de los antigos Sármatas que ali habitáran.

Creémos entonces que la divergéncia entre cultura griega y cultura hindu esteja en mucho relacionada a la inexisténcia actual de países Sármatas en el Oriente, excepto por la república Saka/Yakútia, porque en el Oriente las mesclas fuéran más naturales y los pueblos Sármatas preserváran sus costumbres y estilo de vida heminómada, mientras en el Ocidente, el islamiento en “islas culturales”, tenga hecho culturas singulares, que al pasar de los siglos creáran también sus conflitos, como aquellos entre los Inguchetes y los Osetas, u entre los Chechenos y los Rusos, entre muchos otros, así como en el Oriente Próximo, la ocupación militar de los cristianos hacia las Cruzadas creó las divisiones territoriales entre los Árabes, y los conflitos entre Sírios y Libaneses, que antes de eso, éran un mismo pueblo.

Creémos así que la guerra con otros pueblos, u la auséncia de esa, y el parentesco con pueblos vecinos, u la auséncia de ese, tengan sido los verdaderos responsables por las sudivisiónes no apenas culturales más también territoriales entre los muchos pueblos Sármatas, así como por la extinción de algunos en el Ocidente, u la preservación de costumbres arcáicos de otros en el Oriente!

Ese artículo puede ser mencionado desde que su Fonte séa citada y suya autoría:

Fonte: ATENA/ONETA, URL: www.sarmat.wordpress.com

Autoría: CENIE – Centro de Estúdios Nativos y Integrados Eurásicos, ATENA/ONETA & NUPET – Núcleo de las Pesquicas Éthnicas, UALSA/ ASFOU

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